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11
Ross Taylor
Meia#11

Ross Taylor

Atletico Goianiense· Nova Zelândia· 22 anos
Estatísticas detalhadas ainda não disponíveis para este jogador.

Informações

Nome completoRoss Taylor
PosiçãoMeia
NacionalidadeNova Zelândia
Idade22 anos
Nascimento2003-09-29
Camisa#11

Sobre o jogador

Quem é Ross Taylor

Luteru Ross Poutoa Lote Taylor, mais conhecido como Ross Taylor, é um jogador de críquete neozelandês de ascendência samoana. Nascido em 8 de março de 1984 em Lower Hutt, Nova Zelândia, atua como batedor (batsman), predominantemente na posição número quatro. Atualmente, representa a seleção nacional de Samoa, após anunciar sua aposentadoria do críquete internacional pela Nova Zelândia no final de 2021 e retornar aos campos em 2025 para ajudar Samoa a se classificar para a Copa do Mundo T20 de 2026.

Início de Carreira

Taylor foi apresentado ao críquete por seu pai, mas também cresceu jogando kilikiti, a variação tradicional samoana do esporte. Estudou no Wairarapa College e no Palmerston North Boys High School, e chegou a jogar hóquei antes de focar no críquete. Sua introdução ao críquete de alto nível ocorreu nas categorias de base, jogando pelo time sub-17 e sub-19 de Central Districts, além do Hawke Cup pelo Manawatu. Ele fez sua estreia sênior em janeiro de 2003, em uma partida de um dia do State Shield contra Canterbury, e sua estreia no críquete de primeira classe contra o mesmo time no mesmo mês. Sua primeira partida de Twenty20 foi em janeiro de 2006, na primeira edição do Campeonato Neozelandês de Twenty20.

Carreira Profissional

Carreira Doméstica e em Franquias

Taylor jogou domesticamente pelo Central Districts. Na final do HRV Cup de 2009-10 contra Auckland, marcou 80 runs em 30 bolas, incluindo oito sixes e cinco fours, em uma parceria de 133 runs em 53 bolas com Kieran Noema-Barnett. Em fevereiro de 2021, durante o Ford Trophy 2020-21, disputou sua 300ª partida de List A.

No início da carreira, jogou críquete de clube na Inglaterra, incluindo partidas pelo MCC Young Cricketers (2002-2004) e pelo Norwich Wanderers na Norfolk Cricket League (2004). Na temporada 2009-10, jogou pelo Victoria no Big Bash australiano, e depois atuou no críquete inglês por Durham (Friends Provident T20 de 2010), Sussex (2016-2017), Nottinghamshire (2018) e Middlesex (Royal London One-day Cup de 2019).

Na Indian Premier League (IPL), foi contratado pelo Royal Challengers Bangalore em 2008, depois pelo Rajasthan Royals (2011), Delhi Daredevils (2012), Pune Warriors India (2013) e novamente Delhi (2014). No Caribe, jogou pelo Trinidad and Tobago Red Steel (2013-2014), St Lucia Zouks (2015), Jamaica Tallawahs (2018) e Guyana Amazon Warriors (2020).

Carreira Internacional

Taylor estreou pela seleção sub-19 da Nova Zelândia em janeiro de 2001, onde também foi capitão. Integrou a Academia de Críquete da Nova Zelândia e jogou pelo New Zealand A em 2003-04 e 2004-05. Ele foi capitão da seleção principal neozelandesa e, ao se aposentar do críquete internacional no final de 2021, era o maior acumulador de runs da Nova Zelândia em partidas de Teste e One Day International (ODI). Foi peça-chave na conquista do Campeonato Mundial de Testes 2019-2021, onde marcou o boundary da vitória na final. Também fez parte dos elencos vice-campeões das Copas do Mundo de Críquete de 2015 e 2019.

Em fevereiro de 2020, Taylor jogou seu 100º teste pela Nova Zelândia, tornando-se o primeiro jogador a alcançar 100 partidas em todos os três formatos do críquete internacional. Em dezembro de 2020, tornou-se o jogador com mais partidas pela Nova Zelândia, com 438 jogos, superando Daniel Vettori. Ele se aposentou do críquete internacional em 4 de abril de 2022, após sua 450ª partida, um ODI contra os Países Baixos. Em 2025, anunciou o retorno para representar Samoa, fazendo sua estreia em Twenty20 International pela seleção samoana em 8 de outubro de 2025.

Estatísticas

Ao longo de sua carreira internacional, Taylor marcou 40 séculos (100 runs ou mais em uma única entrada): 19 em partidas de Teste e 21 em ODIs.

Estilo de Jogo

Taylor era um batedor que atuava predominantemente na posição número quatro. Em sua autobiografia de 2022, intitulada Ross Taylor: Black & White, ele revelou ter enfrentado racismo dentro do críquete neozelandês, com comentários sobre sua etnia. Também mencionou ter sido agredido por um proprietário do Rajasthan Royals após ser eliminado por zero em uma partida da IPL de 2011.

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