Fellipe Mateus decide cedo e Criciúma sufoca Vila Nova no Hülse
Gol aos 9 minutos e uma tarde de cinco cartões amarelos marcaram o triunfo do Tigre por 1 a 0 na 18ª rodada da Série B, mantendo a pressão na parte de cima da tabela.
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Gol aos 9 minutos e uma tarde de cinco cartões amarelos marcaram o triunfo do Tigre por 1 a 0 na 18ª rodada da Série B, mantendo a pressão na parte de cima da tabela.
Mesmos 13 gols no Brasileirão Série A 2026, perfis radicalmente opostos. Uma análise tática e histórica sobre em qual era do futebol cada um dominaria — e o que isso revela sobre quem vale mais agora.
Dois meias estrangeiros, rivais no Brasileirão Série A 2026, com perfis radicalmente distintos de valor, produção e horizonte de carreira. Os dados apontam um vencedor claro por critério — mas o contexto importa tanto quanto o número.
Com 11 gols e 6 assistências, Alesson supera Yuri Alberto em volume ofensivo nesta temporada — mas valor de mercado, contexto tático e trajetória de carreira criam três respostas distintas dependendo do horizonte de tempo.
Com 68 anos e uma visão de jogo construída longe dos holofotes, Hélio Pinto dos Anjos comanda o Náutico na elite do futebol brasileiro em 2026 — e a forma como ele gere elenco, pressão e identidade diz mais sobre o clube do que qualquer resultado isolado.
Em 2 de novembro de 2024, o Goias arrancou uma virada sobre o Neurologia Ativa por 3 sets a 2 na Superliga Masculina. Revisitado hoje, o resultado guarda mais do que um placar apertado.
Nascido em 1976, o ex-zagueiro formado no futebol brasileiro carrega uma trajetória que o Confiança está usando como bússola na Copa do Nordeste de 2026. Análise do perfil, da filosofia e dos desafios que o definem agora.
Em junho de 2025, o Vasco da Gama venceu o São Paulo por 3 a 1 no Estádio do MorumBIS, na 12ª rodada do Brasileirão. Um ano depois, a partida revela camadas que a cobertura imediata não conseguiu capturar.
Em 26 de abril de 2025, o Internacional derrotou o Juventude por 3 a 1 na 6ª rodada do Brasileirão Série A. Um ano depois, o resultado permite uma leitura que a cobertura ao vivo não comportava: o que aquela tarde revelou sobre as duas equipes e o que ficou para trás.
Em noite de cinco cartões amarelos no Estádio Castelo Branco, São Bernardo e Avaí dividiram os pontos em 1 a 1 pela 18ª rodada da Série B. Jemerson abriu o placar de cabeça no primeiro tempo; Daniel Penha igualou com chute de pé esquerdo na etapa final.
Gol do argentino aos 67 minutos, com assistência de Paulo Victor, garantiu os três pontos ao Coelho no CT Flávio Pentagna Guimarães e manteve o clube mineiro na briga pelo acesso.
Com 34 partidas disputadas na temporada de 2026, o zagueiro do Athletico PR acumula uma assistência e presença constante na defesa do Furacão — números que revelam mais do que a linha de gols sugere.
Alemão, defensor de 35 anos, acumula 34 partidas na temporada 2026 do Brasileirão Série A e entrega uma assistência — dados modestos na superfície, mas que escondem uma história de consistência defensiva rara no futebol brasileiro.
A Série D é a quarta divisão do futebol brasileiro e tem regras próprias de rebaixamento que diferem das outras divisões. Entender como funciona esse sistema é compreender como centenas de clubes pequenos vivem — ou morrem — no futebol nacional.
Talento, estrutura e contrato registrado: esses três pilares definem se alguém atravessa a linha que separa o amador do profissional. Entenda o que realmente acontece nos bastidores dessa jornada.
Um zagueiro de 17 anos com 8 jogos no currículo profissional. Um meia de 33 com 8 gols em 33 partidas na temporada. Os dados são assimétricos por natureza — e é exatamente essa assimetria que torna a comparação tática relevante.
Com 18 e 16 gols na temporada 2026, Calleri e Léo Gamalho sustentam campanhas de São Paulo e Avaí com perfis táticos radicalmente distintos. A análise disseca onde cada um funciona — e onde cada um quebra.
Dois meias, dois gigantes do Brasileirão Série A 2026, valores de mercado quase idênticos e perfis radicalmente opostos. Os números desta temporada revelam quem performa melhor quando o jogo cobra respostas.
Comandando o Mirassol no Brasileirão Série A de 2026, Rafael Silva Guanaes ocupa um espaço que o futebol brasileiro raramente reserva para treinadores em construção de carreira: o centro da conversa sobre identidade tática num clube do interior paulista que não pertence ao eixo de poder da competição.
Um ano depois da goleada celeste sobre o Sport Recife no Adelmar da Costa Carvalho, a partida de 11 de maio de 2025 revela camadas que a cobertura ao vivo não tinha como enxergar. Uma releitura com a distância que só o calendário oferece.
Um ano depois, o placar de 1 a 3 na Arena Fonte Luminosa em Araraquara revela mais do que um resultado isolado — aponta para as tensões estruturais que definem a segunda divisão do futebol brasileiro como laboratório de identidades em disputa.