Sobre o Itabuna

Itabuna é um município localizado no interior e sul do estado da Bahia, inserido na Região Geográfica Imediata e Intermediária de Ilhéus-Itabuna, além de fazer parte da Região Cacaueira. Situa-se a aproximadamente 426 quilômetros de Salvador, capital baiana, e a cerca de 333 quilômetros de distância dessa cidade via ferryboat. É o sétimo município mais populoso da Bahia e o 32º do Nordeste. Juntamente com o município vizinho Ilhéus, forma uma aglomeração urbana classificada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como capital regional B, exercendo influência sobre mais de 40 municípios que, somados, ultrapassam um milhão de habitantes.

De acordo com o IBGE, o município possui um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,712 (dados de 2010), ocupando a quinta posição no estado da Bahia, empatado com Feira de Santana, e ficando atrás apenas de Salvador, Lauro de Freitas, Barreiras e Luís Eduardo Magalhães. É um dos oito únicos municípios baianos com IDH classificado como alto. Itabuna também é conhecida por ser o local de nascimento do escritor Jorge Amado, que a retratou em obras como "Gabriela, Cravo e Canela" e "Terras do Sem Fim".

O nome "Itabuna" tem origem tupi, derivado dos termos "itá" (pedra) e "abuna" (padre), significando "padre de pedra". Essa denominação faz referência a uma formação rochosa que lembra a figura de um padre, que acabou dando nome ao terceiro distrito de Ilhéus, Cachoeira de Itabuna, ao qual pertencia a localidade de Tabocas, que deu origem ao atual município.

História e Conquistas

A história da região remonta a cerca do ano 1000, quando tribos indígenas tapuias, especialmente os aimorés, foram expulsas por povos tupis vindos da Amazônia. No século XVI, com a chegada dos primeiros portugueses, a área era habitada pelos tupiniquins. A implantação da capitania de Ilhéus não prosperou economicamente devido a constantes ataques dos aimorés, que retornaram ao litoral a partir da década de 1550.

O povoamento de origem europeia se consolidou quando a região se tornou um ponto de passagem para tropeiros que seguiam para Vitória da Conquista. Em 1857, às margens do rio Cachoeira, surgiu o Arraial de Tabocas, em meio à mata. O nome Tabocas, segundo a tradição, veio de um imenso jequitibá que foi derrubado para abrir uma roça, sendo chamado de "pau da taboca". A partir de 1867, a ocupação se intensificou com a chegada de migrantes sergipanos, como Félix Severino de Oliveira (conhecido como Félix Severino do Amor Divino) e José Firmino Alves, primos que fundaram a Fazenda Marimbeta e são considerados os fundadores da futura cidade de Itabuna. Em 1897, os moradores pleitearam a emancipação, que foi negada, e uma nova tentativa foi feita em 1906, com Firmino Alves se comprometendo a doar terrenos para a sede administrativa.

Atualmente, o time Itabuna não possui informações sobre seu elenco, treinador, estádio ou liga atual nos dados fornecidos. Não há registros de conquistas ou títulos disponíveis.

Temporada Atual

Não há dados disponíveis sobre a classificação ou desempenho do time na temporada atual.

Elenco e Treinador

O elenco do Itabuna não possui jogadores registrados nos dados fornecidos. Também não há informações sobre o treinador atual, sua nacionalidade ou idade.

Estádio

Não há informações sobre o estádio do Itabuna nos dados fornecidos.

Como município, Itabuna se destaca economicamente como um dos 20 mais ricos da Bahia, com um PIB de R$ 4,2 bilhões em 2021 (16º no estado e 323º no Brasil) e um PIB per capita de R$ 19.618,7. A economia é impulsionada principalmente pelo setor de serviços, comércio varejista, alimentos e indústrias de transformação. A cidade conta com mais de 20 mil empresas ativas e possui o Shopping Jequitibá, o maior centro comercial do sul da Bahia. Na área da saúde, destaca-se o Hospital Calixto Midlej Filho (inaugurado em 1922) e o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (inaugurado em 1998), que atende pacientes de mais de 168 municípios. Itabuna também possui um terminal rodoviário (Francisco Ferreira da Silva) e um antigo aeroporto (Tertuliano Guedes de Pinho), que teve seu funcionamento cancelado em 2004.