Jorge Jesus reuniu a geração que mudou o DNA do Flamengo
Sete anos depois do título da Libertadores, os protagonistas de 2019 voltaram a se encontrar — e a reunião expõe quanto aquele elenco ainda define o que o Flamengo aspira ser.
Sete anos depois do título da Libertadores, os protagonistas de 2019 voltaram a se encontrar — e a reunião expõe quanto aquele elenco ainda define o que o Flamengo aspira ser.
Com dois zagueiros rubro-negros no time titular contra o Panamá, Carlo Ancelotti sinaliza quem são seus pilares defensivos para o Mundial. A história mostra que essa concentração de um clube na Seleção tem precedentes — e nem sempre termina bem.
Na estreia de Jardim, o atacante mais caro da história rubro-negra atuou como segundo atacante e balançou a rede duas vezes. PVC mapeou quatro funções possíveis para ele. Filipe Luís já havia antecipado: 'pode ser determinante'.
Com 31 anos e participação direta em jogadas de perigo no Brasileirão 2026, Ademir carrega no dorso a camisa 7 do Bahia e a responsabilidade de um atacante que precisa converter presença em resultado.
Ele não gerencia um elenco — ele o calibra. Rogério Ceni, ao longo de uma trajetória construída no banco de reservas com a mesma intensidade com que defendeu o gol do São Paulo por décadas, chegou ao Bahia carregando um método claro: hierarquia não se impõe, se demonstra.
A sequência de cinco derrotas e três empates do Esquadrão não é acidente: há um colapso defensivo mensurável, desfalques cirúrgicos e uma pressão financeira que Rogério Ceni precisa administrar antes que o intervalo da Copa vire ruptura.