Quem é Jonathan Levi
Jonathan Levi é um escritor e produtor norte-americano, nascido na cidade de Nova York em 1955. Atualmente, exerce a função de atacante no clube Metz, vestindo a camisa de número 10. Sua carreira profissional é marcada por atuações nas áreas literária e cultural, e não no futebol de campo.
Início de Carreira
Após se formar na Universidade de Yale em 1977, Levi recebeu uma bolsa de estudos Mellon para estudar no Clare College, em Cambridge. Foi nesse período que ele reviveu a revista literária Granta ao lado de Bill Buford e Pete de Bolla, atuando como editor norte-americano da publicação até 1987.
Carreira Profissional
Após deixar a Granta, Levi criou o programa "New Opera for New Ears" para a Metropolitan Opera Guild, produzindo a ópera Romulus Hunt (1991), de Carly Simon, dirigida por Francesca Zambello no Metropolitan Opera Guild e no Kennedy Center.
Em 1992, lançou o livro A Guide for the Perplexed, um romance na forma de um guia de viagens composto por cartas a um misterioso agente de viagens chamado Benjamin. A obra foi descrita pelo New York Times como "uma fábula de exuberância fantástica, que lembra os melhores contos de fadas". Seus contos e artigos foram publicados em diversas revistas, incluindo The International Herald Tribune, Condé Nast Traveler e GQ. O artigo The Lori Berenson Papers, escrito com a jornalista peruana Liz Mineo para a revista The Nation (4 de setembro de 2000), foi atacado pelo advogado de Berenson, o ex-Procurador-Geral Ramsey Clark. De 1996 a 2001, Levi atuou como crítico de ficção para o Los Angeles Times Book Review.
Em 1997, Levi encomendou ao poeta laureado Robert Pinsky e ao diretor Robert Scanlan uma adaptação da tradução de Pinsky do Inferno de Dante, com os atores Bill Camp, Reg E. Cathey, Jack Willis e Leslie Beatty, e o violinista Gil Morgenstern tocando uma trilha original composta por Bruce Saylor. Após a estreia em Nova York, a produção percorreu os Estados Unidos, incluindo apresentações na Dexter Avenue Baptist Church de Martin Luther King Jr. e no Getty Center, em Los Angeles.
Em 2000, o chanceler das Escolas de Nova York, Harold O. Levy, convidou Levi para supervisionar Assuntos Artísticos e Culturais, onde iniciou diversos programas para revitalizar as artes, incluindo uma aula magna para superintendentes escolares com o violinista Isaac Stern. Em parceria com a Robin Hood Foundation, Levi iniciou o Library Project, que reimaginou e redesenhou as 600 bibliotecas de escolas primárias da cidade.
Em 2002, Levi tornou-se o primeiro diretor do Richard B. Fisher Center for the Performing Arts no Bard College, projetado por Frank Gehry, e criou o SummerScape Festival, onde suas estreias incluíram trabalhos do diretor russo Kama Ginkas, da Merce Cunningham Dance Company, do Ballet Hispanico e de Elvis Costello.
Em 2001, sua primeira ópera, The Scrimshaw Violin, com música de Bruce Saylor, teve estreia mundial. Foi o primeiro projeto do Nine Circles Chamber Theatre, fundado por Levi com o violinista Gil Morgenstern. Levi escreveu mais duas óperas para o Nine Circles com o compositor Mel Marvin: Guest from the Future (2004), sobre o lendário encontro de 1945 em Leningrado entre a poetisa Anna Akhmatova e o filósofo Isaiah Berlin, estreou no SummerScape Festival sob direção de David Chambers; e Buwalsky: A Road Opera, baseada em um roteiro não filmado de Irma Achten, foi encomendada pela Dutch Opera Spanga e dirigida por Corina van Eijk. A Opera Spanga também encomendou Stuyvesant Zero, com música da compositora holandesa Caroline Ansink, que estreou em 22 de agosto de 2012.
O drama Falling Bodies (2009), com música de Bruce Saylor, imagina um encontro entre Galileu Galilei e Primo Levi e estreou no Rustaveli National Theatre, em Tbilisi, Geórgia.
Seu romance mais recente, Septimania, lançado em abril de 2016 pela Overlook Press, acompanha um jovem afinador de órgãos que se apaixona por uma misteriosa gênia da matemática, Louiza, que desaparece. Ao tentar encontrá-la, ele descobre ser o herdeiro do Reino de Septimania, dado por Carlos Magno aos judeus no século VIII. A obra recebeu uma crítica estrelada da Booklist, sendo chamada de "um sonho literário de um livro" e "um trabalho de magia de um contador de histórias". A Kirkus Reviews a descreveu como "uma fábula pós-moderna profundamente intelectual, sábia e melancólica". A Publishers Weekly a definiu como "altamente inteligente, insanamente ambiciosa e incansavelmente imaginativa".
Estatísticas
Com base nos dados fornecidos, não há registros de partidas, gols ou assistências nas últimas temporadas, nem informações sobre times ou ligas disputadas.
Estilo de Jogo
Não há informações disponíveis sobre o estilo de jogo de Jonathan Levi, uma vez que sua carreira é predominantemente literária e cultural, e não desportiva.