Vôlei de praia e vôlei de quadra são parentes distantes — veja por quê
Mesma bola, mesma rede, regras completamente diferentes. Entenda como dois esportes que parecem idênticos exigem habilidades, táticas e corpos treinados de formas opostas.
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Mesma bola, mesma rede, regras completamente diferentes. Entenda como dois esportes que parecem idênticos exigem habilidades, táticas e corpos treinados de formas opostas.
Um ano depois, o 3x1 sobre o Volei Renata na final da Superliga Masculina de 2025 revela mais do que um título: expõe a estrutura de poder que organiza o voleibol masculino brasileiro e os limites do projeto que tentou rivalizar com ela.
A LaLiga e a SportyBet montam uma fan fest na Praça da Baleia no dia 10 de maio, enquanto o Real Madrid chega ao Camp Nou com desfalques pesados — Mbappé, Courtois e Mendy todos em dúvida ou fora.
Médico que operou o meia do São Paulo detalha a lesão no tendão calcâneo com arrancamento ósseo e projeta seis meses de recuperação — mas garante que todos os 16 atletas submetidos à mesma técnica voltaram a jogar.
Goleiro de campo raro, Zetterer soma 37 jogos, 1 gol e 2 assistências nesta temporada da Superliga Masculina — números que pedem explicação e contexto.
Mesma rede, bola diferente, regras distintas e filosofias táticas que divergem em quase tudo. Entenda por que os dois esportes, apesar do nome em comum, exigem atletas e estratégias completamente diferentes.
Um ano depois, o 3x0 que o Osasco W impôs ao Minas W nas semifinais da Superliga Feminina ainda merece ser lido com atenção — porque o placar seco esconde uma história de controle tático e afirmação de ciclo.
Em 23 de abril de 2025, o Sesi Bauru W impôs um 3 a 0 ao Praia Clube W nas semifinais da Superliga Feminina. Um ano depois, a partida revela camadas que a urgência do momento não permitia ver com nitidez.
Um ano depois do 3x0 que encerrou a caminhada do Suzano Volei na Superliga Masculina 2024/2025, a partida de 22 de abril de 2025 ganha contornos que a cobertura imediata não conseguiu capturar por inteiro.
Um ano depois, o 3x0 de 21 de abril de 2025 nas semifinais da Superliga Masculina revela mais do que um placar expressivo — documenta a consolidação de um modelo de dominância no voleibol masculino brasileiro.
Um ano depois, o resultado que pareceu óbvio na noite de 16 de abril de 2025 revela camadas que o calor da competição não deixou ver. Por que aquele sweep importou além do placar.
Com 67 anos e passagens por seis países, Javier Aguirre chegou à Copa do Mundo como técnico do México carregando um repertório tático construído em décadas de adaptação. A questão não é quem ele é — é como ele opera.
Um ano depois, o placar seco que o Praia Clube construiu sobre o Sesi nas quartas da Superliga Masculina revela mais do que uma vitória: aponta para uma geometria tática que o tempo confirmou.
Vinte jogadores assinaram comunicado exigindo 22% dos lucros do Grand Slam francês, que faturou 395 milhões de euros em 2025 enquanto a fatia dos atletas caiu de 15,5% para 14,9%.
Em 12 de abril de 2025, o Sada Cruzeiro eliminou o Guarulhos por 3 a 0 nas quartas de final da Superliga Masculina. Um ano depois, a partida revela camadas que a urgência do momento não permitia enxergar.
Um 3x0 nas quartas da Superliga Masculina de abril de 2025 que, um ano depois, revela mais sobre o equilíbrio — ou a falta dele — entre os grandes do voleibol nacional do que qualquer estatística isolada.
Um ano depois das quartas de final da Superliga Masculina 2024/2025, o placar seco que o Sada Cruzeiro impôs ao Guarulhos revela, com a distância que só o tempo oferece, o quanto aquele resultado refletia um modelo tático coeso e difícil de ser replicado.
Em 5 de abril de 2025, o Praia Clube W eliminou o Maringá W nas quartas de final da Superliga Feminina com autoridade. Um ano depois, a partida ganha outro peso.
Filha de pernambucanos, a brasileira acumula 20.345 pontos e lidera o ranking da WSL pela primeira vez na história do surfe feminino nacional, após duas finais consecutivas na Austrália.
A ponteira americana encerrou sua segunda temporada em Uberlândia com o título da Superliga Feminina 2025/26, marcou o ponto decisivo na final sobre o Minas e prometeu retorno ao Brasil após pausa para cuidar da saúde mental.
Um ano depois, o placar construído pelo Fluminense W sobre o Sesi Bauru W nas quartas de final da Superliga Feminina de 2025 merece ser relido com a distância que só o tempo oferece — e o que ele revelou sobre o voleibol feminino brasileiro.