A quartas de 2025 em que o Osasco desmontou o SESC-RJ em três sets
Um ano depois, o 3x0 do Osasco W sobre o SESC-RJ nas quartas da Superliga Feminina de 2025 ainda oferece lições táticas que o tempo tornou mais nítidas.
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Um ano depois, o 3x0 do Osasco W sobre o SESC-RJ nas quartas da Superliga Feminina de 2025 ainda oferece lições táticas que o tempo tornou mais nítidas.
Um 3x0 seco nas quartas da Superliga Feminina revelou, com a frieza dos números, a distância entre dois projetos esportivos. Um ano depois, o que aquele resultado ainda diz sobre o voleibol feminino brasileiro.
Dupla brasileira venceu a final do Elite 16 por 2 sets a 0, com parciais de 21/14 e 21/18, e acumula pontos decisivos na corrida pelo ranking mundial do Circuito de Vôlei de Praia.
Mesma bola, mesma rede — mas regras, formatos e exigências físicas completamente distintas. Entenda o que separa as duas modalidades e por que o Brasil domina as duas.
Um ano depois, a semifinal da Superliga Feminina de abril de 2025 ainda levanta questões sobre equilíbrio, pressão e o que separa as grandes franquias do vôlei nacional.
Um ano depois, o triunfo do Vôlei Renata por 3 sets a 2 sobre o Joinville nas quartas de final da Superliga Masculina de 2025 revela camadas táticas que a euforia do momento não deixou ver com clareza.
Em 16 de abril de 2025, o Suzano Volei derrubou o Minas por 3 sets a 2 nas quartas de final da Superliga Masculina. Um ano depois, o que aquela partida revelou sobre as forças do vôlei brasileiro.
Um ano depois, o triunfo do Suzano Vôlei sobre o Minas por 3 a 2, em abril de 2025, ainda provoca questões sobre o equilíbrio da Superliga Masculina e o que aquela série revelou sobre as forças do vôlei brasileiro.
Em 06 de abril de 2025, o Joinville arrancou uma virada de 3 a 2 sobre o Vôlei Renata nas quartas da Superliga Masculina. Com distância de um ano, o jogo revela camadas táticas que passaram despercebidas na cobertura ao vivo.
Um ano depois, o 3x1 sobre o Sesi Bauru W na decisão da Superliga Feminina revela camadas táticas que passaram despercebidas na cobertura ao vivo. Uma releitura analítica do jogo que encerrou a temporada 2024/2025.
Um ano depois, o 3 a 1 que o Sada Cruzeiro aplicou no Praia Clube nas semifinais da Superliga Masculina ganha contornos mais nítidos: foi a afirmação de uma hegemonia construída set a set, temporada a temporada.
Um ano depois, o 3 a 1 que eliminou o Praia Clube na Superliga Feminina revela mais do que um placar — mostra como o Sesi Bauru impôs um modelo tático que ainda serve de referência.
Quatro finais de Superliga em cinco anos, duas vitórias para cada lado, e agora o Dentil Praia Clube fecha a conta com um 3 a 0 sobre o Gerdau Minas no Ibirapuera. O clássico mineiro que reorganizou o voleibol feminino nacional.
Em 17 de abril de 2025, o Praia Clube eliminou o Sesi por 3 sets a 1 nas quartas de final da Superliga Masculina. Um ano depois, a partida revela mais do que o placar sugeria naquele momento.
Um ano depois, o 1x3 que o Volei Renata construiu sobre o Joinville nas quartas de final da Superliga Masculina de 2025 merece ser relido com a distância que só o tempo oferece.
O placar de 3 a 1 registrado em 10 de abril de 2025 nas quartas de final da Superliga Feminina não foi apenas um resultado — foi um diagnóstico sobre o equilíbrio de forças do voleibol feminino brasileiro naquela temporada.
Em 4 de abril de 2025, o Minas W impôs um placar de 3 a 1 sobre o Barueri W nas quartas de final da Superliga Feminina. Um ano depois, a partida revela mais do que um resultado: mostra como a organização tática pode silenciar ambições em um único jogo.
Ponteira que atuava como passadora de composição anotou 14 pontos na decisão contra o Minas após processo de transformação conduzido pelo técnico Rui Moreira ao longo da Superliga 2025/26.
O Dentil/Praia Clube venceu o Gerdau Minas por 3 a 0 na final da Superliga 2025/26 e consolidou uma hegemonia mineira que dura quase uma década. Desde 2017/18, nenhum time de fora do estado levantou o troféu — exceto na temporada passada.
Com um 3 a 0 seco sobre o Minas no Ibirapuera, o Praia Clube conquistou seu terceiro título da Superliga feminina e encerrou qualquer debate sobre a legitimidade desta geração.
Americana de 24 anos foi a maior pontuadora da decisão com 15 acertos e conduziu o Praia Clube ao terceiro título da Superliga Feminina sobre o Minas, por 3 a 0.