Gustavo Scarpa e o peso silencioso da camisa 10 no Atlético Mineiro
Com 32 anos e a camisa mais simbólica do Galo nas costas, o meia campineiro carrega uma trajetória de títulos expressivos e um presente que exige mais do que o passado já garantiu.
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Com 32 anos e a camisa mais simbólica do Galo nas costas, o meia campineiro carrega uma trajetória de títulos expressivos e um presente que exige mais do que o passado já garantiu.
Contrato vence em junho, salários atrasaram e o holandês ainda se recupera de lesão. O relógio corre — e os próximos compromissos do Timão vão definir se Memphis fica ou vai embora de vez.
R$ 5,9 milhões de uma transferência recorde financiaram o Centro de Excelência de Vinhedo — e revelam um modelo de gestão que muda a lógica do futebol feminino brasileiro.
Aos 36 anos e com 36 jogos na temporada, o goleiro de Três Corações sustenta o projeto mais ousado do futebol paulista do interior — e carrega nas mãos a memória de convocações à Seleção, títulos regionais e uma carreira que desafia a lógica do descarte precoce.
Clube não pagou elenco e comissão técnica na quinta-feira e aguarda entrada de recursos para quitar dívidas na segunda. Pendências com Talleres e Midtjylland colocam transfer ban de volta na pauta.
Com 36 jogos disputados na Série A de 2026, Willian Machado chega ao ápice da carreira num clube que nunca esteve tão alto. Mas há uma lacuna técnica que separa o zagueiro competente do zagueiro indispensável.
Com 29 anos e 36 jogos na temporada 2026 do Brasileirão Série A, o goleiro alagoano acumula presença constante mas ainda carece de visibilidade de mercado para dar o próximo passo na carreira.
Com 13 gols em 35 jogos na temporada 2026, Erick Pulga transformou o Bahia num problema tático recorrente para os rivais. Perfil analítico de um atacante construído no esquecimento da Série C.
Aos 33 anos, o centroavante do Operário PR é um dos atacantes mais produtivos da Série B em 2026 — e os números desta temporada reabrem uma discussão sobre valor residual e janelas de mercado.
Por mais de seis décadas, colar figurinhas foi um ritual coletivo que transcendeu o esporte. Com a Copa do Mundo 2026 ampliada para 48 seleções e a Fanatics assumindo os colecionáveis a partir de 2031, o mercado de US$ 150 milhões em jogo expõe uma transformação que vai muito além da embalagem.
A 15ª rodada do Brasileirão 2026 coloca em campo três duelos com impacto direto na tabela: Remo x Palmeiras pela liderança, Atlético-MG x Botafogo na disputa do G-4 e o clássico Corinthians x São Paulo.
O STJD liberou Fernando Diniz para o clássico contra o São Paulo no domingo, na Neo Química Arena. A absolvição evita um vazio de comando num momento em que o Corinthians precisa de estabilidade técnica para sair da zona de rebaixamento.
Enquanto Raphinha, Casemiro e até Messi defendem publicamente a presença de Neymar na Copa do Mundo 2026, Endrick escolheu o silêncio. Entenda o cálculo por trás dessa postura e o que ela revela sobre o jovem atacante às vésperas da lista de Ancelotti.
Com a convocação marcada para 18 de maio, o Santos leva Neymar à Neo Química Arena um dia antes do anúncio — e Ronaldinho Gaúcho já disse o que pensa sobre a lista de Ancelotti.
Revisitar o duelo de 20 de dezembro de 2024 entre Flamengo e Bauru Basket, encerrado em 94 a 79, é exercitar a memória sobre o que aquela vitória revelou sobre o basquete nacional e sobre o projeto rubro-negro que tomava forma.
Um ano depois, o 92 a 81 que o Minas impôs ao União Corinthians no dia 29 de março de 2025 segue como uma das marcas mais nítidas daquela fase do NBB — e o tempo só tornou o resultado mais legível.
Um ano depois, a vitória do Franca sobre o Mogi por 91 a 81 no Ginásio Prof. Hugo Ramos revela camadas que o calor da partida não permitia enxergar. Uma leitura enciclopédica do que aquela noite de 14 de fevereiro significou para o NBB.
Federico Valverde sofreu traumatismo craniano após briga com Tchouaméni no treino. Casillas admitiu que conflitos sempre existiram em Valdebebas — mas a crise atual tem uma diferença que muda tudo.
Revisitada com a perspectiva que só o tempo oferece, a vitória do Vasco sobre o São José no ginásio de São Januário em abril de 2025 revela mais do que um placar — revela um modelo de jogo que merecia mais atenção do que recebeu na época.
A morte do torcedor do Vasco no clássico contra o Flamengo não é um acidente isolado — é o resultado previsível de décadas de omissão no controle de violência nos estádios brasileiros.
Em 13 de abril de 2025, o ginásio bauruense foi palco de uma vitória do Flamengo por 88 a 84 no Brasileirão de basquete. Uma partida que, revisitada com distância, revela muito sobre o equilíbrio das forças no basquete nacional daquela temporada.