Como Luis Enrique transformou Marquinhos num especialista europeu
O capitão do PSG jogou apenas 90 minutos na Ligue 1 desde fevereiro. A gestão cirúrgica de Luis Enrique pode ser o trunfo silencioso para a final da Champions League.
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O capitão do PSG jogou apenas 90 minutos na Ligue 1 desde fevereiro. A gestão cirúrgica de Luis Enrique pode ser o trunfo silencioso para a final da Champions League.
Gol de Dembélé aos 3 minutos, bloqueio coletivo e uma defesa que nunca tremeu: o PSG chegou à final da Champions League com uma exibição tática que vai além do resultado.
Cinco brasileiros divididos entre Arsenal e PSG na final da Champions League de 2026 — mas as histórias por trás de cada um deles são radicalmente diferentes. Da redenção de Jesus à hegemonia de Marquinhos, o que está em jogo vai muito além de um troféu.
Nasser Al-Khelaïfi chamou Luis Enrique de 'minha melhor decisão' após a classificação para a final da Champions. Mas o mesmo PSG que eliminou Bayern, Chelsea e Liverpool já caiu diante de um clube inglês nesta temporada — e o Arsenal não é um adversário qualquer.
Matvey Safonov fraturou a mão esquerda durante a disputa de pênaltis contra o Flamengo na final da Copa Intercontinental, em Doha, e mesmo assim defendeu dois cobranças decisivas. Luis Enrique revelou o episódio e classificou o feito como inacreditável.
127 presos, 34 feridos e 23 policiais machucados. A classificação para a final da Champions acendeu um rastilho que Paris já conhece bem — e o ministro do interior promete resposta dura em Budapeste.
Final da Champions League entre Arsenal e PSG reúne Marquinhos, Beraldo, Gabriel Magalhães, Martinelli e Jesus. Quem tem mais chances de ser campeão — ou campeão inédito — em 30 de maio?
A torcida parisiense transformou uma batalha de 1796 em provocação europeia. Entre o bandeirão de Napoleão, um pênalti não marcado e a fúria de Ballack, o PSG avançou à final da Champions com muito mais do que futebol em campo.
Eliminando Chelsea, Liverpool e Bayern no mesmo caminho, o PSG de 2025/26 não é o time que todos esperavam — e é exatamente por isso que está em Budapeste.
Com apenas 34% de posse contra o Bayern, o PSG se classificou para a final da Champions League em Budapeste. A defesa coletiva e a versatilidade tática de Luis Enrique derrubam a narrativa de que o time parisiense só sabe jogar com a bola nos pés.
O PSG está na segunda final consecutiva da Champions e pode se tornar o primeiro clube além do Real Madrid a conquistar o bicampeonato na era moderna da competição. A revolução tática de Luis Enrique vai além dos elogios do presidente.
O zagueiro brasileiro é o único jogador do PSG a ter disputado as três finais do clube na Champions League — 2020, 2025 e agora 2026 — e avisa que o favoritismo contra o Arsenal é uma armadilha.
Não é a estrela isolada que define o PSG de Luis Enrique — é um sistema. O mesmo sistema que eliminou o Flamengo nos pênaltis no Mundial de 2025 chegou à final da Champions contra o Arsenal, em 30 de maio, após superar o Bayern por 6 a 5 no agregado.
PSG e Arsenal se enfrentam na final da Champions League em 30 de maio. Três brasileiros convocáveis para a Copa do Mundo estão no centro do duelo — e o que cada um fez para chegar até aqui conta muito sobre o que vem a seguir.
Meia formado no Flamengo e curtido na Europa, Jean Lucas atravessou clubes e continentes antes de se firmar no Bahia como o jogador que encerrou uma lacuna de três décadas e meia na convocação tricolor para a seleção brasileira.
Com Dembélé e Kvaratskhelia brilhando na Allianz Arena, o PSG chegou à segunda final consecutiva de Champions League e enfrenta o Arsenal em Budapeste no dia 30 de maio.
O PSG eliminou o Bayern por 6 a 5 no agregado com um ataque que não tem posição fixa nem dono de bola. Luis Enrique leva esse sistema para a final de 30 de maio, em Budapeste, contra a defesa mais sólida da Champions 2025/26.
Com Dembélé como falso 9 e Kvaratskhelia e Doué trocando de lado o tempo todo, o PSG anulou 174 gols de uma temporada histórica e carimbou vaga na final da Champions contra o Arsenal.
O lance aos 31 minutos do primeiro tempo na Allianz Arena gerou protesto generalizado do Bayern, mas árbitro João Pinheiro e VAR acertaram ao não marcar pênalti. Entenda por quê a regra da IFAB protege exatamente esse tipo de contato.
Com 1 a 0 para o PSG na volta e a necessidade de dois gols de diferença para os bávaros avançarem, Kompany e Luis Enrique travam o duelo tático mais cirúrgico da semifinal da Champions League 2025/2026.
Formado nas categorias de base do próprio clube que hoje comanda na Ligue 1, Abdel Bouhazama construiu sua autoridade no silêncio das divisões inferiores — e agora coloca à prova tudo o que aprendeu no palco principal do futebol francês.