Giovanni Augusto aos 36 — o meia que a Chapecoense usa como bússola na Série B
Com 10 assistências e 31 jogos na temporada 2026, o camisa 10 da Chapecoense prova que experiência tem valor de mercado — mesmo na segunda divisão.

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Com 10 assistências e 31 jogos na temporada 2026, o camisa 10 da Chapecoense prova que experiência tem valor de mercado — mesmo na segunda divisão.
Com 10 assistências em 31 jogos no Brasileirão 2026, o meia belenense carrega a camisa 10 da Chapecoense e desafia a lógica de mercado que descartaria um jogador de sua idade. Uma análise do valor residual de um atleta que o futebol brasileiro ainda não conseguiu aposentar.
Aos 21 anos, o meia argentino emprestado pela Internazionale acumula Copa América, Supercopa italiana e uma adaptação silenciosa ao futebol sul-americano pelo Racing Club.
Com 33 anos e a camisa 88 do Operário PR, Neto Paraíba acumula presença e disciplina na Série B de 2026 — mas seus números ofensivos ainda estão abaixo do que um meia de experiência deveria entregar nesta fase da carreira.
Com 31 jogos e 2 gols na Série B de 2026, o zagueiro Kevyn Lucas Ramos da Costa vive o momento mais consistente de uma carreira construída em passagens múltiplas. O que os números dizem sobre o que vem a seguir.
Com 31 jogos disputados na temporada 2026 e três títulos conquistados pelo Corinthians, o zagueiro londrinense reescreveu sua própria narrativa longe do clube que o formou.
Nascido em Cascavel, formado nas viagens entre Brasil e Turquia, o zagueiro de 29 anos acumula 31 jogos nesta temporada com o Tricolor gaúcho e carrega uma carreira de escolhas que poucas vezes seguiu o caminho mais óbvio.
Com 31 jogos na temporada atual pela Copa Sudamericana, Pedro Henrique Ouriques Pereira se consolida como presença constante na defesa do Red Bull Bragantino. Uma análise de quem é esse zagueiro e o que o espera nos próximos meses.
Com passagens pelo Coritiba e Cuiabá, o zagueiro de 27 anos chega ao Remo como ativo experiente na Série B — e os números desta temporada justificam a aposta.
Com 31 jogos, 1 gol e 4 assistências na temporada atual, o camisa 97 do Criciúma prova que um zagueiro pode ser construtor de jogo sem abrir mão da solidez defensiva.
Formado no América-MG com passagens por Série A, Série B e Copa Sul-Americana, Júlio chegou ao Ceará para ser titular e já entrega presença técnica e disciplina defensiva na elite do futebol brasileiro.
Em março de 2025, Athletic Club e Grêmio dividiram seis gols e uma ambiguidade histórica: quem, afinal, saiu derrotado daquele 3 a 3 na Copa do Brasil?
Em maio de 2025, o Botafogo SP visitou a Ligga Arena e venceu o Athletico Paranaense por 4 a 1 na Série B. Um ano depois, a goleada revela camadas que passaram despercebidas na cobertura do dia.
Sem Neymar e após passagem pelo banco, o camisa 9 do Santos acumula 13 gols e 7 assistências em 2026, atingindo média de um gol ou assistência a cada 92 minutos — quase idêntica à do seu ano mais glorioso no Flamengo.
Um ano depois, a virada do Operário-PR sobre o Cuiabá por 3 a 2 na sétima rodada da Série B de 2025 ainda merece ser relida com cuidado. O que parecia resultado de rodada revelou, com o tempo, muito sobre os dois projetos em disputa naquele inverno mato-grossense.
O clube carioca terminou a fase de grupos da Libertadores com a melhor campanha do torneio, mas registrou o pior público em casa desde 2010. Renda de R$ 1,99 milhão e arquibancadas fechadas revelam uma contradição que vai além do preço do ingresso.
No Pascual Guerrero, dois cartões amarelos no primeiro tempo e substituições duplas no intervalo marcaram um jogo de linhas fechadas e poucas oportunidades reais. O 0 a 0 complica a situação de ambos na fase de grupos.
Saralegui decidiu aos 47 minutos com assistência de Russo, e o Tigre somou três pontos na fase de grupos da Copa Sudamericana no José Dellagiovanna.
Pela segunda vez em dois anos, a torcida do Vasco esvaziou São Januário em protesto e o time respondeu com goleada. Coincidência ou efeito psicológico real?
Enquanto o futebol brasileiro comemora crescimento recorde de receitas, dois clubes do interior mostram que equilíbrio financeiro não depende de bilheteria milionária — depende de método.
Com Arrascaeta, De La Cruz, Paquetá e mais sete jogadores liberados para a Copa do Mundo, o Flamengo entra em campo contra o Coritiba no Maracanã já pensando em como reconstruir o elenco na volta da pausa.