Neto detona Neymar após Argentina ir à final e expõe ferida da torcida
Ex-jogador comparou Messi ao camisa 10 brasileiro em vídeo publicado no canal 'Rádio Craque Neto', e o debate revelou algo maior do que uma rivalidade pessoal.
Ex-jogador comparou Messi ao camisa 10 brasileiro em vídeo publicado no canal 'Rádio Craque Neto', e o debate revelou algo maior do que uma rivalidade pessoal.
Dois meias na mesma liga, em momentos de carreira opostos. Os dados da temporada 2025/2026 mostram quem entrega mais sob pressão — e quem representa o futuro tático da Premier League.
Em quatro confrontos históricos, o Brasil acumulou dois empates e duas derrotas contra os noruegueses. Com Raphinha fora e Paquetá suspenso, Ancelotti enfrenta o tabu mais incômodo da Seleção às vésperas das oitavas no MetLife Stadium.
Com gols em todos os três jogos da fase de grupos, o camisa 7 chegou a 8,01 no Power Ranking da Fifa. Messi lidera com 8,45. Comparei os números de ataque dos dois — e a diferença é menor do que parece.
Brasil enfrenta o Japão nesta segunda-feira (29) em Houston com 7 pontos e o melhor xG da fase de grupos. Ancelotti já testou rotação na última rodada — e os números sugerem que ele pode fazer isso de novo sem perder o controle do jogo.
Com 9 gols em 5 jogos contra o Japão, Neymar deve começar no banco no NRG Stadium. Ancelotti aposta no meio-campo de Casemiro, Bruno Guimarães e Paquetá para abrir espaço e liberar o camisa 10 como trunfo decisivo.
Após o susto com Marrocos, Ancelotti reorganizou o Brasil num losango que espelha o esquema que lhe deu LaLiga e Champions em 2023/24. Matheus Cunha como falso 9, Casemiro recuado e Vinicius em dupla com Rayan — o hexa tem DNA merengue.
Com 19 anos e passagem meteórica pelas categorias de base, Rayan foi de coadjuvante a nome certo na escalação de Ancelotti após a lesão de Raphinha. Entenda o que o jovem atacante fez para convencer a comissão técnica.
Oito meses separam o amistoso em Tóquio, quando o Japão virou o jogo por 3 a 2, do confronto desta segunda-feira em Houston. Escalações, esquemas e protagonistas mudaram dos dois lados — e é isso que torna a oitava de final da Copa do Mundo 2026 mais imprevisível do que parece.
Após um primeiro jogo fraco contra Marrocos, Carlo Ancelotti ressuscitou o 4-4-2 losango que já havia funcionado no Milan de Kaká e no Real Madrid campeão. O Brasil venceu Haiti e Escócia por 3 a 0 cada e chega ao mata-mata com Militão alertando: o Japão não é adversário para subestimar.