Luis Enrique calou os críticos e levou o PSG à final mais improvável da era moderna
Eliminando Chelsea, Liverpool e Bayern no mesmo caminho, o PSG de 2025/26 não é o time que todos esperavam — e é exatamente por isso que está em Budapeste.
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Eliminando Chelsea, Liverpool e Bayern no mesmo caminho, o PSG de 2025/26 não é o time que todos esperavam — e é exatamente por isso que está em Budapeste.
Marquinhos, Gabriel Martinelli, Gabriel Magalhães, Danilo, Alex Sandro e Danilo dos Santos têm agenda continental que os impede de se apresentar à Seleção no dia 27 de maio. Entenda o cronograma e o impacto real na preparação.
Com 25 anos e uma temporada de 36 jogos e 10 gols pelo Wolverhampton, o meia brasileiro virou cobiça do Atlético de Madrid enquanto enfrenta o rebaixamento do clube. A história de quem cresceu no ofício e agora precisa decidir o próximo capítulo.
Com apenas 34% de posse contra o Bayern, o PSG se classificou para a final da Champions League em Budapeste. A defesa coletiva e a versatilidade tática de Luis Enrique derrubam a narrativa de que o time parisiense só sabe jogar com a bola nos pés.
Com 21 anos e sete gols na temporada atual pela Champions League, o argentino já acumula responsabilidades que poucos jogadores da sua geração carregam. Entender como ele chegou até aqui é entender um tipo raro de atacante.
O PSG está na segunda final consecutiva da Champions e pode se tornar o primeiro clube além do Real Madrid a conquistar o bicampeonato na era moderna da competição. A revolução tática de Luis Enrique vai além dos elogios do presidente.
O zagueiro brasileiro é o único jogador do PSG a ter disputado as três finais do clube na Champions League — 2020, 2025 e agora 2026 — e avisa que o favoritismo contra o Arsenal é uma armadilha.
Não é a estrela isolada que define o PSG de Luis Enrique — é um sistema. O mesmo sistema que eliminou o Flamengo nos pênaltis no Mundial de 2025 chegou à final da Champions contra o Arsenal, em 30 de maio, após superar o Bayern por 6 a 5 no agregado.
4 gols em 36 jogos. O zagueiro paulistano virou coluna vertebral do Arsenal na temporada 2025/2026 — e o caminho até aqui passou pela Croácia, por noites frias em Londres e por uma semifinal de Champions que o VAR quase roubou.
PSG e Arsenal se enfrentam na final da Champions League em 30 de maio. Três brasileiros convocáveis para a Copa do Mundo estão no centro do duelo — e o que cada um fez para chegar até aqui conta muito sobre o que vem a seguir.
Com uma enxurrada de lesões transformando os últimos amistosos em laboratório improvisado, Carlo Ancelotti já sabe quem são os 18 jogadores praticamente garantidos na lista final de 26 para o Mundial. Alisson, Gabriel Magalhães e outros titulares ausentes abrem vagas e reescrevem o roteiro da convocação.
Com 34 anos e 4 gols nesta temporada pelo Newcastle United, o suíço Fabian Schär representa um tipo raro de defensor: aquele que lê o jogo antes que ele aconteça e ainda assina o placar quando necessário.
Com Dembélé e Kvaratskhelia brilhando na Allianz Arena, o PSG chegou à segunda final consecutiva de Champions League e enfrenta o Arsenal em Budapeste no dia 30 de maio.
Com 2 gols e 5 assistências em 36 jogos na Champions League, L. Spinazzola acumula números que poucos defensores ousam apresentar. Entenda por que ele é mais do que uma peça de reposição no esquema napolitano.
O PSG eliminou o Bayern por 6 a 5 no agregado com um ataque que não tem posição fixa nem dono de bola. Luis Enrique leva esse sistema para a final de 30 de maio, em Budapeste, contra a defesa mais sólida da Champions 2025/26.
Com Dembélé como falso 9 e Kvaratskhelia e Doué trocando de lado o tempo todo, o PSG anulou 174 gols de uma temporada histórica e carimbou vaga na final da Champions contra o Arsenal.
Três elementos explicam tudo: posição, vantagem e intenção do jogo. A regra do impedimento não nasceu do acaso — ela foi criada para resolver um problema estrutural que ameaçava transformar o futebol num esporte sem tática nem esforço.
Receita bilionária, profundidade de elenco e intensidade física colocam a Premier League no topo do futebol mundial. Mas há quem discorde — e os argumentos do outro lado merecem atenção.
Um sueco de 26 anos liderando o Liverpool com 23 gols. Um brasileiro de 19 anos estourando no Bournemouth com 14. A Premier League 2025/2026 colocou dois centroavantes em rotas de colisão — e os dados explicam por que essa comparação vai além do placar.
Com uma carreira construída sobre solidez defensiva e gestão de vestiário em condições extremas, Sean Dyche chega ao Nottingham Forest com um método testado nas margens da Premier League — e uma filosofia que desafia o consenso estético do futebol moderno.
O basco de 54 anos transformou Birmingham em laboratório tático da Premier League. Entender como ele pensa o jogo é entender por que o Aston Villa voltou a ser levado a sério na Europa.