Eduardo aos 36 — o meia que o Mirassol escalou 34 vezes e o mercado ignorou
Com 6 gols e 6 assistências em 34 jogos na temporada 2026, Eduardo prova que longevidade no futebol brasileiro não é acidente — é método.
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Com 6 gols e 6 assistências em 34 jogos na temporada 2026, Eduardo prova que longevidade no futebol brasileiro não é acidente — é método.
Zagueiro carioca com passagens por Vasco, Cruzeiro, Japão e Espanha chega ao Mirassol com 35 jogos na Série A 2026 e uma lacuna técnica que define o teto da sua trajetória.
Com 36 jogos disputados na temporada 2025/2026, o zagueiro brasileiro de 28 anos se consolidou como peça regular no sistema defensivo do Real Betis. Uma história que passa pelo interior paulista e chega à Espanha com consistência silenciosa.
Nove gols cada, duas assistências cada, o mesmo campeonato. Mas Luciano e Carlos Eduardo pertencem a lógicas de jogo — e de tempo — completamente distintas. A análise tática revela quem nasceu no momento certo.
Com 33 anos e 37 jogos na temporada 2026 do Brasileirão, o zagueiro de São José dos Campos acumula mais de uma década de Série A, Série B e passagens por clubes de peso. A conta ainda está aberta.
Nove gols e três assistências cada. No Brasileirão Série A 2026, Diego Gonçalves e Luiz Fernando entregam a mesma linha de produção — mas em contextos táticos que revelam perfis radicalmente distintos. A análise mostra quem encaixa onde.
Com 9 gols em 37 jogos pelo Mirassol na Série A de 2026, o atacante Carlos Eduardo prova que carreiras longas têm picos tardios. A trajetória de quem passou pelo futebol russo, pelo Flamengo e chegou ao interior paulista com fome de resultado.
Mesma posição, mesma liga, números próximos — mas filosofias de jogo radicalmente diferentes. Uma análise técnica e de mercado para decidir entre os dois atacantes do Brasileirão Série A 2026.
Em abril de 2025, o Estádio José Maria de Campos Maia foi palco de uma goleada que expôs fragilidades e anunciou forças. Um ano depois, o 4 a 1 do Mirassol sobre o Grêmio ainda merece ser lido com calma — porque o tempo deu a ele um peso que o apito final ainda não tinha.
Dois centroavantes veteranos dominam a artilharia do Brasileirão Série A 2026 por clubes em extremos opostos da tabela. Os números são próximos — mas o contexto, o valor de mercado e o horizonte contratual apontam direções distintas.
O treinador do Fortaleza criticou a supervalorização de técnicos estrangeiros com poucos resultados e acendeu um debate que vai além dos vestiários — é uma questão de política esportiva, contratos e poder de mercado.
Com 28 anos e uma trajetória que passou por Série B, Série D e Campeonato Paulista, Edson Guilherme chega ao Mirassol como peça de rodagem em um clube que estreou na elite do futebol brasileiro. Os números desta temporada contam uma história diferente da que o nome 'atacante' sugere.
Atacante do Botafogo explodiu após derrota de virada para o Bahia e jogou luz sobre um problema que vai além de um lance: a falta de critério unificado na arbitragem do Brasileirão.
Goleiro do Botafogo é expulso após chamar Davi Lacerda de 'filho da p...' na 17ª rodada. Na rodada seguinte, bandeirinha marca impedimento em arremesso lateral no Mirassol x Athletico-PR. Dois erros, uma mesma crise de capacitação arbitral.
Colombiano é o artilheiro da Série A e pode superar a marca de Ederson, que marcou 21 gols em 2013. Athletico recebe o Mirassol neste sábado na Arena da Baixada.
Confesso que errei ao subestimar o Mirassol em 2024. Na Arena de Baixada, o time do interior paulista mostrou por que não merece esse rótulo — e o Athletico não soube furar o bloqueio.
Afastado pelo Fluminense após pedir para não jogar, o meia de 36 anos viu dois dos maiores clubes paulistas descartarem sua contratação. O São Paulo rejeitou o salário; o Santos nem abriu negociação. O próximo destino ainda é incógnita, mas a janela de julho se fecha rápido.
Seis brasileiros divididos em dois potes, sem travas por país e dois clássicos estaduais na mesa. O sorteio desta sexta em Luque define se a Libertadores 2026 terá um derby carioca ou paulista já no mata-mata.
Debutante na competição continental, o Leão Caipira terminou em segundo no Grupo G e agora equilibra mata-mata na Libertadores com a luta contra o rebaixamento no Brasileirão — tudo isso com um estádio de 15 mil lugares e uma gestão de elenco cirúrgica de Rafael Guanaes.
Enquanto o futebol brasileiro comemora crescimento recorde de receitas, dois clubes do interior mostram que equilíbrio financeiro não depende de bilheteria milionária — depende de método.
A casa de apostas 7K assume o patrocínio máster do Santos por R$ 105 milhões em dois anos, mais que quadruplicando o valor pago pela Blaze. O acordo revela até onde a dependência dos clubes brasileiros em relação às bets já chegou.