Neymar decidiu em Tóquio em 2022 — e o Brasil precisa dele de novo em Houston
Único gol brasileiro no último duelo entre as seleções, Neymar carrega sobre os ombros o peso de uma partida que Felipe Melo e Paulo Nunes já avisaram: não será passeio.
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Único gol brasileiro no último duelo entre as seleções, Neymar carrega sobre os ombros o peso de uma partida que Felipe Melo e Paulo Nunes já avisaram: não será passeio.
Brasil e Japão se enfrentam no dia 29 de junho, às 14h, num jogo eliminatório que abre o caminho — ou fecha a porta — rumo ao título. Quem vencer enfrenta Costa do Marfim ou Noruega nas oitavas, com data marcada para 5 de julho em Nova Jersey.
Às vésperas das oitavas da Copa do Mundo, o técnico japonês revelou o desejo de consultar o ex-camisa 10 do Flamengo, que nos anos 1990 ajudou a construir o futebol japonês com as próprias mãos.
Oito meses separam o amistoso em Tóquio, quando o Japão virou o jogo por 3 a 2, do confronto desta segunda-feira em Houston. Escalações, esquemas e protagonistas mudaram dos dois lados — e é isso que torna a oitava de final da Copa do Mundo 2026 mais imprevisível do que parece.
Após 981 dias fora, o camisa 10 voltou contra a Escócia e agora enfrenta o Japão nas oitavas. Os dados históricos de Neymar contra seleções asiáticas e o alerta de Gyökeres sobre a intensidade japonesa.
Com a classificação garantida em primeiro no Grupo C, o técnico italiano tem pela primeira vez a chance de manter a mesma formação — e Neymar voltou ao campo normalmente nesta sexta-feira (26).
Após um primeiro jogo fraco contra Marrocos, Carlo Ancelotti ressuscitou o 4-4-2 losango que já havia funcionado no Milan de Kaká e no Real Madrid campeão. O Brasil venceu Haiti e Escócia por 3 a 0 cada e chega ao mata-mata com Militão alertando: o Japão não é adversário para subestimar.
O Japão de Hajime Moriyasu chega ao mata-mata da Copa do Mundo como um adversário taticamente coeso, com 8 anos de construção sistêmica. Os 69,1% de favoritismo do Brasil escondem um problema real: o 5-4-1 defensivo japonês foi alterado apenas uma vez em três jogos.
Com dois gols contra a Escócia, Vinicius Júnior chegou a 4 tentos na Copa 2026 e está a apenas um gol de Lionel Messi, líder da artilharia. A disputa entre os dois maiores jogadores do mundo entra na fase decisiva do torneio.
Joachim Klement previu o confronto e crê na eliminação da Seleção. O histórico de 14 vitórias em 15 jogos contra o Japão tranquiliza — mas os últimos dois Mundiais do Brasil ensinam que tradição não é garantia.
Ancelotti classifica o Brasil com 100% de aproveitamento e lança um diagnóstico que vai além dos resultados: a seleção aprendeu a jogar como equipe. O que os números defensivos revelam — e o que ainda precisa mudar antes do mata-mata.
Dois gols contra a Escócia, um anulado pelo VAR em meio à polêmica, e a artilharia compartilhada com os maiores nomes do Mundial. O camisa 7 do Brasil nunca esteve tão perto de ser o melhor jogador de uma Copa do Mundo.
O adversário do Brasil nas oitavas pode ser o Japão, e a velocidade de transição da equipe de Moriyasu representa o tipo de problema que o futebol europeu já conhece bem — e nem sempre soube resolver.
Ancelotti pode cruzar com França, Inglaterra, Argentina e Espanha antes de erguer a taça. A simulação do mata-mata revela que o caminho mais difícil já começa em Houston no dia 29.
Com a liderança do Grupo C garantida, a Seleção de Ancelotti espera seu adversário enquanto os dados de desempenho do Grupo F revelam diferenças táticas e físicas que podem definir o mata-mata de 29 de junho.
Com a classificação às oitavas garantida, a Seleção de Ancelotti acumula premiações crescentes. O caminho até o título vale R$ 260,4 milhões — e cada fase tem um preço.
Com Matheus Cunha em alta e Vinicius Júnior acumulando números históricos, a disputa interna pela artilharia da Seleção na Copa do Mundo 2026 virou o debate mais quente da competição. Os dados mostram uma corrida mais equilibrada do que parece.
Depois de quatro anos afastado das Copas por lesão, Neymar entrou como substituto contra a Escócia, foi ovacionado em Miami e protagonizou uma cena familiar que tomou as redes sociais. Pedro Neto, do Chelsea, revelou que o brasileiro marcou sua geração.
Após 981 dias ausente, o camisa 10 voltou ao gramado em Miami com filho na arquibancada, chuteira de fênix nos pés e uma recepção que misturou comoção e expectativa — mas a atuação discreta já divide opiniões.
Com 4 gols e 1 assistência em três jogos, Vinícius Júnior lidera o Brasil na Copa 2026 enquanto Neymar retorna de lesão com apenas 31 minutos e velocidade máxima de 26,4 km/h. Os números e as próprias palavras do camisa 10 definem a hierarquia.
Camisa 10 entrou aos 30 minutos do segundo tempo contra a Escócia, com o placar já resolvido em 3 a 0, e não produziu lances de destaque. A questão agora é objetiva: Carlo Ancelotti tem condições reais de escalar Neymar no fase eliminatória?