Rayan e a herança silenciosa que o Sporting CP aguarda com a camisa 60
Filho de um veterano do Vasco da Gama dos anos 1990, o meia brasileiro de 30 anos carrega no sobrenome uma história de futebol — e no Sporting CP, começa a escrever a própria.
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Filho de um veterano do Vasco da Gama dos anos 1990, o meia brasileiro de 30 anos carrega no sobrenome uma história de futebol — e no Sporting CP, começa a escrever a própria.
A vitória da Seleção sobre o Japão nesta segunda-feira gerou 35 pontos no PNT e 53% de share — melhor marca da Globo desde a Copa do Catar de 2022. Os números revelam um Brasil que voltou a parar diante da televisão.
Dois amistosos em setembro — Townsville no dia 25 e Brisbane no dia 29 — marcam o início oficial do ciclo para a Copa de 2030. A CBF ainda negocia um terceiro jogo na Ásia ou Oceania para aproveitar a viagem.
Na sexta-feira 26 de junho, seis partidas da Copa do Mundo pararam por um minuto em homenagem às vítimas dos terremotos que devastaram o norte da Venezuela. A Fifa coordenou o protocolo com precisão inédita — e o futebol, pela segunda vez em 2026, dobrou-se diante de uma tragédia fora dos gramados.
A proposta do ex-técnico do Arsenal, que ainda aguarda aprovação da IFAB, teria validado os gols de Colômbia e Irã na fase de grupos — e o impacto para times brasileiros nas oitavas seria direto.
Apenas dois confrontos separam Alemanha e Paraguai na história das Copas do Mundo — uma vitória alemã em 2002 e um empate eletrizante de 3 a 3 em amistoso. Nesta segunda-feira, no Gillette Stadium, em Boston, o Paraguai tem a chance de escrever um capítulo inédito.
Apenas três seleções venceram todos os jogos da fase de grupos na Copa 2026. O fenômeno não é coincidência: há um padrão histórico que conecta ciclos de hegemonia, solidez tática e o peso de jogar em casa.
O técnico italiano revelou a PVC que acompanha mais atletas brasileiros do que teria na seleção espanhola. Matheus Cunha, Rayan e André são exemplos de quem ganhou espaço nessa varredura ampla — e o mapa de observação pode redefinir a lista final para 2026.
Eliminado pela segunda Copa seguida na fase de grupos, o Uruguai colhe os frutos de três anos de caos interno: vestiário em rebelião, Suárez rejeitado e um técnico que assumiu ter deixado zero de legado.
Zico chegou ao Kashima em 1991 como um enigma e saiu como uma lenda nacional. Três décadas depois, o Brasil paga a conta dessa herança no mata-mata da Copa do Mundo em Houston.
Com gols em todos os três jogos da fase de grupos, o camisa 7 chegou a 8,01 no Power Ranking da Fifa. Messi lidera com 8,45. Comparei os números de ataque dos dois — e a diferença é menor do que parece.
Com uma falta rasteira contra a Jordânia, Messi chegou a 19 gols em Copas e estabeleceu a maior sequência de jogos consecutivos com gol na história do Mundial — superando marcas de Jairzinho e Just Fontaine que resistiam há décadas.
O atacante reserva do Japão provocou antes do confronto desta segunda-feira em Houston. Mas antes de descartar a fala como arrogância, vale olhar o que o Japão de 2026 realmente faz em campo.
O chaveamento da Copa do Mundo 2026 revelou uma assimetria histórica: enquanto o Brasil pode ter Noruega, Inglaterra e Argentina em sequência, os argentinos encontram Cabo Verde, Austrália/Egito e Suíça/Colômbia no caminho. Os números e a história explicam por quê isso importa mais do que parece.
RD Congo, Cabo Verde, África do Sul, Canadá, Costa do Marfim, Bósnia e Egito alcançaram pela primeira vez a fase eliminatória. Os números históricos mostram o que esse feito realmente significa.
Arrascaeta, De La Cruz, Varela e mais quatro jogadores do Brasileirão voltam para seus clubes depois da queda do Uruguai na fase de grupos. Enquanto 25 seguem na Copa, Flamengo e Palmeiras já calculam o impacto no campeonato.
Na segunda-feira, às 22h, em Monterrey, Holanda e Marrocos se enfrentam pelas oitavas da Copa. Os números mostram por que os zagueiros marroquinos Aguerd e Saïss podem ser a maior ameaça da noite.
Ryan Mendes lidera os Tubarões Azuis na maior Copa da história enquanto uma brasileira aguarda resposta da entidade máxima do futebol. A geometria do silêncio institucional revela mais sobre o esporte do que qualquer resultado de campo.
A Copa do Mundo de 2026 ampliou o número de seleções para 48 e bateu recordes de receita para a FIFA, mas o público nas arquibancadas conta uma história diferente — e mais incômoda — sobre quem pode, de fato, assistir ao torneio.
Pela segunda vez na carreira, Hong Myung-Bo deixa uma Copa do Mundo sem avançar da fase de grupos. Em 2014 foi no Brasil. Em 2026, na América do Norte. A história se repetiu — e o presidente Lee Jae-myung não deixou passar em branco.
90% de aproveitamento, apenas a Tunísia eliminada e uma geração de jogadores formados na Europa: a África não foi surpresa na fase de grupos — foi dominância.