Vini Jr. tem o prêmio, mas o Brasil não tem o time
24 anos sem final de Copa, quatro eliminações seguidas para seleções medianas e uma geração carregada de troféus individuais. Os números expõem uma desconexão que vai muito além do campo.

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24 anos sem final de Copa, quatro eliminações seguidas para seleções medianas e uma geração carregada de troféus individuais. Os números expõem uma desconexão que vai muito além do campo.
A derrota por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas da Copa de 2026 não foi um acidente. Foi o resultado lógico de uma filosofia tática que o mundo já aprendeu a desmontar — enquanto Argentina e Espanha constroem o futebol a partir de onde o Brasil insiste em não olhar.
A eliminação para a Noruega nas oitavas de 2026 encerra o maior jejum da história verde-amarela e abre um ciclo para 2030 cheio de perguntas sem resposta: identidade tática, lacunas no elenco e prioridades questionáveis da CBF.
Tetracampeão de 1994 dispara contra a postura dos atletas, lamenta a escassez de laterais ofensivos e aponta o mau planejamento da CBF como raiz da queda precoce na Copa do Mundo de 2026.
O tetracampeão de 1994 elogiou o craque, criticou o carnaval e abriu uma discussão que vai além da saudade: o que os números dizem sobre as chances reais de Neymar voltar à Seleção?
Eliminado nas oitavas pela Noruega, o Brasil ouve de Casagrande um diagnóstico que vai além da tática: é uma crise de cultura de jogo que se acumula há décadas, e as semifinalistas da Copa de 2026 expõem cada centímetro desse abismo.
Reunião na sede da CBF estabeleceu a Copa América de 2028 e as Eliminatórias como prioridades do ciclo. Com o Brasil eliminado nas oitavas em 2026, o técnico italiano precisa mostrar evolução — e tem datas concretas para isso.
A CBF traçou metas ambiciosas para o ciclo até a Copa do Mundo de 2030, mas o técnico Carlo Ancelotti tem vínculo apenas até 2028. Quem vai executar o plano?
Reunião com federações na sede da CBF tentou conter o desgaste causado pela eliminação na Copa e pelos documentos que apontam gastos pessoais faturados pelo gabinete da presidência. O que está em jogo vai muito além de Samir Xaud.
Vídeos gerados por inteligência artificial mostram Neymar prometendo jogar a Copa de 2030. Publicados em 13 de julho, os conteúdos acenderam o debate sobre o futuro real do craque — e sobre os limites entre nostalgia e ilusão.
Um vídeo gerado por inteligência artificial mostrou Neymar adulto conversando com sua versão criança. O atacante reagiu com emojis de emoção. Mas o que os números da Seleção dizem sobre a real chance de hexa em 2030?
Eliminados nas oitavas pela Noruega, brasileiros debatem se Carlo Ancelotti merece continuar. O histórico do técnico em clubes dá pistas concretas sobre o que esperar no ciclo até 2030.
O presidente da CBF, Samir Xaud, visitou o treino da Seleção Sub-17 em Teresópolis neste domingo e revelou a estratégia de integração entre categorias que vai moldar o futebol brasileiro nos próximos anos.
Uma semana após a eliminação para a Noruega, a Confederação publicou um vídeo emocionante sobre a 'próxima jornada'. Mas entre a narrativa e a realidade, há um abismo histórico que o Brasil já conhece bem.
Eliminado pela Noruega nas oitavas, o Brasil alcança o maior jejum de títulos da sua história. Ronaldo Fenômeno foi direto: 'Temos que rever, estamos abaixo.' A próxima chance é em 2030 — e a conta é pesada.
Eliminados pela Noruega nas oitavas, os brasileiros repetem o fracasso de 1966 e expõem uma crise que vai muito além de erros táticos pontuais — é estrutural, é administrativa e é urgente.
Após anos priorizando amistosos no exterior por razões comerciais, a CBF consulta federações e avalia arenas para a Data Fifa de novembro. Quais regiões e estádios têm mais chance de receber o time nacional?
A declaração de Jorge Jesus ao assumir Portugal reacende um debate que o futebol brasileiro prefere evitar: o que Neymar ainda tem condições reais de entregar dentro de campo?
O camisa 7 foi a principal referência ofensiva do Brasil na Copa do Mundo 2026 e terminou o torneio com um desabafo público que expõe a dimensão do peso que carregou — e o que vem a seguir para ele e para a seleção.
Enquanto Marrocos acumula campanhas históricas em 2022 e 2026, o Brasil de Ancelotti foi eliminado pela Noruega nas oitavas. Uma análise comparativa, com dados de cinco décadas, mostra o tamanho real do abismo entre as duas seleções.
Enquanto Marrocos chegou às quartas de final pela segunda Copa consecutiva, o Brasil caiu nas oitavas para a Noruega. José Trajano foi direto: estamos bem atrás. A história estatística confirma o diagnóstico.