Robertson contra Vinicius no Hard Rock Stadium pode decidir o Grupo C
O lateral do Liverpool com quase 400 jogos pelo clube inglês tem a missão de apagar a principal arma ofensiva do Brasil. E a Escócia acredita que pode.
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O lateral do Liverpool com quase 400 jogos pelo clube inglês tem a missão de apagar a principal arma ofensiva do Brasil. E a Escócia acredita que pode.
O New York Times publicou artigo sobre o fenômeno viral que tomou conta das redes sociais: a recusa de Ancelotti em titular Endrick, 19 anos, nos dois primeiros jogos do Brasil na Copa. Dinossauros, pombos e asteroides viraram metáforas de uma pressão que o treinador italiano já admitiu sentir.
Pela primeira vez em quase três anos, o camisa 10 está à disposição da Seleção Brasileira. Como Ancelotti encaixa Neymar sem desmontar o que já funcionou nos dois primeiros jogos da Copa?
A 'Lei Vini Jr.' já tem sua primeira expulsão na Copa do Mundo, mas o caso de Bellingham contra Gana mostrou que a regra tem uma distinção técnica decisiva: o interlocutor importa tanto quanto o gesto.
Os dois se enfrentaram seis vezes pela Champions League. Robertson saiu vitorioso apenas uma. Amanhã, em Miami, o duelo ganha dimensão de seleção pela primeira vez.
Com Raphinha fora por lesão muscular e um empate já garantindo a classificação em primeiro, Ancelotti enfrenta a decisão mais delicada da fase de grupos: usar Neymar agora ou preservar o camisa 10 para as oitavas.
Após três dias treinando com o grupo em Nova Jersey, Neymar pode ter seus primeiros minutos na Copa do Mundo contra a Escócia. Matheus Cunha cede a posição, Paquetá e jogadores do Flamengo seguem no time — e o esquema ganha uma camada nova de imprevisibilidade.
Com Brasil líder do Grupo E e Alemanha vice-líder do Grupo F, o chaveamento aponta para um duelo histórico já nas oitavas da Copa do Mundo 2026. O que mudou desde Belo Horizonte?
O uruguaio Luis Suárez está nos Estados Unidos acompanhando a Copa do Mundo e deixou o Brasil de fora ao eleger Espanha, Argentina, França e Inglaterra como as quatro melhores seleções do torneio. A declaração diz muito sobre o momento da Seleção.
A seleção brasileira enfrenta a Escócia na última rodada do Grupo C com histórico amplamente favorável — 8 vitórias em 10 confrontos — mas o que está em jogo vai muito além da classificação: é a narrativa de uma campanha que precisa de substância.
Depois de mais de cinco semanas parado por lesão na panturrilha, Neymar treinou taticamente com Ancelotti nesta segunda-feira e pode estrear na Copa na quarta-feira. O que muda no esquema da Seleção com o camisa 10 em campo.
Atletas de Brasil, França e Noruega descrevem o campo do MetLife Stadium como duro, seco e quase artificial. A Fifa diz que está tudo ótimo. Alguém está errado — e os números do jogo ajudam a entender quem.
Ancelotti revelou que Neymar atuará como atacante centralizado na Copa do Mundo, função diferente da que exerce no Santos. A mudança tática levanta perguntas históricas e abre um debate real sobre o papel do camisa 10 no esquema brasileiro.
A goleada de 5 a 1 sobre a Suécia revelou um padrão tático que preocupa diretamente o Brasil: a Holanda explora as laterais com uma consistência que a defesa brasileira ainda não demonstrou ter.
Depois de treinar separado do grupo, Neymar participou pela primeira vez de atividade coletiva. Lucas Paquetá falou sobre o clima no elenco e a questão tática que Ancelotti precisará resolver.
Após treinar individualmente neste sábado e se juntar ao grupo na segunda-feira, Neymar está confirmado para o jogo decisivo do Grupo C. Mas a pergunta que ninguém responde é: titular ou reserva?
Aos 25 anos, Vinicius Júnior atinge 500 partidas como profissional com Carlo Ancelotti ao lado — e as estatísticas revelam uma transformação que vai muito além do talento natural.
A 'pausa de hidratação' da Fifa transformou o futebol em um jogo de quatro períodos — e Ancelotti foi o primeiro técnico a usar isso a favor do Brasil contra o Marrocos.
Com 5 a 1 sobre a Suécia, a Holanda se firma no Grupo F e pode cruzar com Brasil ou Marrocos nos 16 avos. Koeman não escolhe adversário — mas a história entre Laranja Mecânica e Seleção já escolheu o peso do duelo.
Com 112 dias e 24 jogos perdidos por lesões musculares na temporada 2025/26, Raphinha saiu no primeiro tempo contra o Haiti e coloca em xeque sua presença nas fases decisivas do Mundial.
Após quase três anos sem atuar pela Seleção, Neymar cumpriu o cronograma com bola neste sábado e está na mira de Ancelotti para ganhar minutos contra a Escócia no dia 24 de junho.